Carapanã no ar xxxiii – page 56 – skyscrapercity gas vs electric range

Lançada inicialmente como mais um aplicativo de mobilidade urbana, como são Cabify, 99 e Uber, a startup paraense YetGo oferece uma nova forma de tarifar os motoristas. Líder no estado de origem e muito forte em todo Norte do país, ao invés de cobrar a taxa usual de 25% sobre cada corrida concluída – como era feito desde novembro de 2016, quando foi ativada a plataforma –, o condutor do aplicativo paga uma mensalidade fixa de R$ 300 a R$ 400, conforme área de atuação. O modelo de negócio passou a vigorar em dezembro de 2017. No primeiro mês de mudança, a startup viu crescer em 30% a quantidade de motoristas.

“A inovação trouxe fidelização. Percebíamos que os condutores tinham um ônus muito grande, principalmente com a deteriorização dos carros, assim como combustível e eventuais multas. Na ponta do lápis, não era vantajoso”, afirma o CEO da YetGo, Gervásio Morgado. A mensalidade é o único custo do motorista com o aplicativo, junto a taxas cobradas apenas para corridas pagas com cartão de crédito (em média, 4%). O ganho, revela o executivo, chega a ser de 25% a 40% em relação ao contrato convencional. “Com a porcentagem direcionada por trajeto, o motorista chegava a comprometer de R$ 1 mil a R$ 1,6 mil mensais de seu faturamento”, diz.

Neste sistema, um motorista consegue ganhar de R$ 4 mil a R$ 9 mil mensais, em expedientes de 6 a 12 horas diárias, durante sete dias na semana, as áreas onde a atuação é mais forte, garante Morgado. Do início da operação até março deste ano, a YetGo registrou um faturamento de R$ 5 milhões e pretende dobrar o volume, chegando aos R$ 10 milhões até o final de 2018. O mesmo cálculo é feito para o número de usuários, que deve passar de 500 mil para 1 milhão nas previsões da startup. O aplicativo deve ainda aumentar em mais de 60% a comunidade de motoristas, dos atuais 75 mil para 200 mil.

Contribui para este crescimento o início das operações da YetGo no Paraná. Morgado esteve em Curitiba nesta quarta-feira (25), e fechou parceria com um influente grupo da cidade – por questões contratuais o nome ainda não pode ser divulgado. A ativação na capital paranaense está prevista para junho. O CEO da startup adianta que a plataforma já tem dois mil motoristas da região de Curitiba cadastrados e liberados a trabalhar. Estima-se que pelo menos 20% dos interessados confirmem adesão.

Um pouco antes, em maio, a YetGo fará estreia no exterior, em Santiago do Chile, onde conta com 170 motoristas cadastrados. No segundo semestre, o destino será Portugal. “Em agosto a operação chegará a Lisboa. A licença está pronta e o aplicativo traduzido para o português local. Estamos na fase de definição de quem será nosso parceiro.”

Lançada inicialmente como mais um aplicativo de mobilidade urbana, como são Cabify, 99 e Uber, a startup paraense YetGo oferece uma nova forma de tarifar os motoristas. Líder no estado de origem e muito forte em todo Norte do país, ao invés de cobrar a taxa usual de 25% sobre cada corrida concluída – como era feito desde novembro de 2016, quando foi ativada a plataforma –, o condutor do aplicativo paga uma mensalidade fixa de R$ 300 a R$ 400, conforme área de atuação. O modelo de negócio passou a vigorar em dezembro de 2017. No primeiro mês de mudança, a startup viu crescer em 30% a quantidade de motoristas.

“A inovação trouxe fidelização. Percebíamos que os condutores tinham um ônus muito grande, principalmente com a deteriorização dos carros, assim como combustível e eventuais multas. Na ponta do lápis, não era vantajoso”, afirma o CEO da YetGo, Gervásio Morgado. A mensalidade é o único custo do motorista com o aplicativo, junto a taxas cobradas apenas para corridas pagas com cartão de crédito (em média, 4%). O ganho, revela o executivo, chega a ser de 25% a 40% em relação ao contrato convencional. “Com a porcentagem direcionada por trajeto, o motorista chegava a comprometer de R$ 1 mil a R$ 1,6 mil mensais de seu faturamento”, diz.

Neste sistema, um motorista consegue ganhar de R$ 4 mil a R$ 9 mil mensais, em expedientes de 6 a 12 horas diárias, durante sete dias na semana, as áreas onde a atuação é mais forte, garante Morgado. Do início da operação até março deste ano, a YetGo registrou um faturamento de R$ 5 milhões e pretende dobrar o volume, chegando aos R$ 10 milhões até o final de 2018. O mesmo cálculo é feito para o número de usuários, que deve passar de 500 mil para 1 milhão nas previsões da startup. O aplicativo deve ainda aumentar em mais de 60% a comunidade de motoristas, dos atuais 75 mil para 200 mil.

Contribui para este crescimento o início das operações da YetGo no Paraná. Morgado esteve em Curitiba nesta quarta-feira (25), e fechou parceria com um influente grupo da cidade – por questões contratuais o nome ainda não pode ser divulgado. A ativação na capital paranaense está prevista para junho. O CEO da startup adianta que a plataforma já tem dois mil motoristas da região de Curitiba cadastrados e liberados a trabalhar. Estima-se que pelo menos 20% dos interessados confirmem adesão.

Um pouco antes, em maio, a YetGo fará estreia no exterior, em Santiago do Chile, onde conta com 170 motoristas cadastrados. No segundo semestre, o destino será Portugal. “Em agosto a operação chegará a Lisboa. A licença está pronta e o aplicativo traduzido para o português local. Estamos na fase de definição de quem será nosso parceiro.”

A morosidade também me deixa com o pé atrás quanto a vitalidade do Parque depois de pronto ficar degradada igual a outras praças na Marechal Hermes como a General Magalhães e Waldemar Henrique… Demorou 27 meses para a 1ª etapa sair do papel desde a apresentação do projeto básico e o Hélder ainda disse que as outras 2 etapas estão em finalização de projeto, todo esse tempo e o projeto executivo não foi finalizado

Se pelo menos a licitação não sair ainda esse ano tempo temo que não sairá depois que a gestão que ele é influente mudar. Dividir em etapas, crítica do Diário quanto as obras do BRT Belém ´´inauguradas“ pelo Zenaldo com presença do Jatene (PSDB) mas utilizada pelo Hélder agora…

E como disse o Ric, deveriam ter pensado em diversificar o uso do solo no entorno em algumas áreas restantes, um uso para comércios e serviços ali ajudaria a combater a degradação da área, nessa parte do Reduto só existe indústria e instituições, grandes lotes com apenas uma fachada ativa e verdadeiras ruas cegas, soturnas e perigosas.