Irajá (bairro do rio de janeiro) – wikipédia, a enciclopédia livre lafayette la gas prices

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O significado da palavra irajá, segundo Teodoro Fernandes Sampaio, é "o mel brota". A etimologia proposta por Eduardo de Almeida Navarro é semelhante: "que está repleto de mel", através da junção de eíra (mel) e îá (totalidade, repleção). [6 ] A região de Irajá, como quase todo o território do atual município do Rio de Janeiro, era habitada pelos índios tupinambás. Existe um registro histórico de uma aldeia tupinambá na Zona Norte do Rio de Janeiro com o nome "Irajá". Teodoro Fernandes Sampaio se referiu ao vocábulo irajá e à abelha maduriá tendo, como base, a etimologia do nome de uma localidade homônima no sul do Brasil.

Irajá não é o nome original da região. A região entre os deságues dos rios atualmente chamados Irajá e Meriti era chamada, pelos nativos, de Mby-ry-ty, que permanece hoje como Meriti num rio, numa cidade e numa avenida da região. O nome Irajá (ira-ia-já), "Lugar que dá (faz) mel", teve origem com os índios que ali foram empregados no trabalho dos engenhos de açúcar, que, desconhecendo o produto, atribuíam ser semelhante a mel por ser coisa doce. Os primeiros colonos de origem portuguesa da região, no seu coloquial, usavam a língua geral compilada pelos jesuítas, motivo pelo qual o nome tornou-se usual. [ carece de fontes ? ] História [ editar | editar código-fonte ]

Até o século 16, a região era ocupada pelos índios tupinambás. Nesse século, houve a conquista portuguesa da região e a sua divisão em sesmarias. O bairro teve origem na maior sesmaria do Rio de Janeiro, que ia de Benfica, passando por Anchieta, até Campo Grande. Ela foi recebida por Antônio de França em 1568, que, nela, fundou o engenho de Nossa Senhora da Ajuda. Um dos primeiros proprietários de terra da região foi o reverendo Antônio Martins Loureiro, fundador da igreja da Candelária. Ele as recebeu em 2 de abril de 1613. Por sua vez, Gaspar da Costa, em 1613, foi responsável pela construção da capela barroca de Irajá.

O filho de Gaspar, em 30 de dezembro de 1644, instituiu a paróquia Nossa Senhora da Apresentação de Irajá e, posteriormente, foi seu primeiro vigário. A paróquia veio a se tornar a igreja Matriz do bairro, confirmada por alvará de dom João IV em 10 de fevereiro de 1647. Em 1625, o chamado campo de Irajá foi devidamente reconhecido como pertencente à câmara municipal.

Durante o século XVII, Irajá foi um centro de abastecimento importante de alimentos e de material de construção. O que pode ser considerado como tradição do mercado local por ele ter abrigado, por vários anos, a fábrica de cimento branco Irajazinho e a Central de Abastecimento do Rio de Janeiro, importante ponto de venda de gêneros alimentícios. Em 1775, havia treze engenhos na região, todos com mão de obra escrava. Como outras sesmarias, a de Irajá foi desmembrada, moldando o mapa da cidade que hoje conhecemos. Atualmente, o bairro é, essencialmente, um bairro residencial. As famílias tradicionais do Irajá são: Bral, Campos, Gamas, Borges, Matos, Tavares e Esteves. [ carece de fontes ? ] Cronologia simplificada [ editar | editar código-fonte ]

• 2017 – Fundação e início das atividades da Liga Evolução Carioca (também conhecida como LEC) no bairro. A LEC, que iniciou seu projeto em Janeiro de 2017, lançou sua primeira Copa em Julho do mesmo ano, na Arena Beerball. Em Maio já havia realizado Quadrangulares como pré aquecimento.

Irajá é a sede da XIV Região Administrativa (R.A.), compreendendo também os bairros vizinhos de Vila Kosmos, Vicente de Carvalho, Vila da Penha, Vista Alegre, Irajá e Colégio. A XIV R.A., por sua vez, está subordinada à Subprefeitura da Zona Norte, com sede em Guadalupe. Educação [ editar | editar código-fonte ]

Pode-se chegar ao bairro através do metrô (linha dois), na Avenida Pastor Martin Luther King Júnior. A Estação de Irajá, aberta em 1883 pela E. F. Rio D’Ouro, era situada onde hoje fica a estação de metrô com o mesmo nome. No período entre essas estações, chegou a ser construído no local um prédio que durou por vários anos. Além disso o bairro possui bairros próximos com outros tipos de transporte como o BRT que passa em Vaz Lobo e Vicente de Carvalho e Trens da Supervia em Madureira (Ramal Japeri e Santa Cruz) e Parada de Lucas, Cordovil, Brás de Pina e Penha Circular (Ramal Saracuruna).

Inaugurada em setembro de 1998, com o processo de expansão do metrô para a Baixada Fluminense, a Estação Irajá foi construída no encontro das avenidas Pastor Martin Luter King Jr. e Monsenhor Félix, as mais importantes do bairro. É apontada como a futura estação de integração entre as linhas dois e seis do metrô.

Este centro de compras, lazer e entretenimento está localizado no Trevo das Margaridas. O shopping foi desenvolvido estrategicamente entre duas principais vias de acesso à cidade do Rio – Avenida Brasil e Rodovia Presidente Dutra – e possui sob sua área de influência uma população de cerca de 1 milhão de habitantes. Tem lojas como Leader, Centauro, Amigão, Riachuelo e Casas Bahia, uma praça de alimentação, com marcas de redes de fast food Spoleto, Burguer King, Mc Donald’s e os restaurantes Boteco do Manolo e Boteco do Seu Zé, entre outros. Há também uma filial do Wizard, Universidade Estácio e a academia Physical Club.

A região, que sofria com a escassez de entretenimento, também ganha um centro de lazer completo com: teatro, seis salas de cinema multiplex 100% digitais da rede Cinesystem (sendo duas com a tecnologia 3D), e as atrações do Philadelfia Park & Games que englobam quatro pistas de boliche e mais de 40 máquinas de diversão eletrônica. O empreendimento abriga, ainda, um estacionamento com vagas cobertas com capacidade para 2.850 veículos e 34 mil metros quadrados de ABL (área bruta locável). O shopping é administrado pela AD Shopping. Áreas de lazer [ editar | editar código-fonte ]