Ramón valdés – wikipédia, a enciclopédia livre ag gaston birmingham 120

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Nascido na Cidade do México em 2 de setembro de 1923. Filho de Rafael electricity in india ppt Valdés Gómez e Guadalupe Castillo. Na família era conhecido como Moncho, como todos os filhos do casal tinham seus próprios apelidos. [3 ] Quando tinha dois anos, se mudou com a família para Ciudad Juárez em Chihuahua, onde seus irmãos, Germán Valdés Tin Tán, Manuel El Loco Valdés e Antonio Valdés El Ratón Valdés, começaram a trabalhar como atores [4 ]. Era tio do cantor e ator Cristian Castro, filho de seu irmão El Loco.

Durante a Época de Ouro do cinema mexicano, Ramón foi um veterano no cinema, trabalhou em mais de 50 filmes, nos quais destacam-se Calabacitas tiernas (1948), El rey del barrio (1949), Soy Charro de Levita (1949), La marca del Zorrillo (1950), Fuerte, audaz y valiente (1960) e El capitán Mantarraya (1969). Também trabalhou em novelas como Lupita (exibida electricity related words no Brasil pelo SBT em 1985). [ carece de fontes ? ] Chespirito e os anos de fama [ editar | editar código-fonte ]

Embora tenha dedicado a maior parte de seu trabalho ao cinema, a carreira de Ramón atingiu seu ápice na TV, com El Chavo del Ocho, que no Brasil passou a se chamar la gas prices map simplesmente de Chaves. Em 1968, Roberto Gómez Bolaños, mais conhecido como Chespirito, o convidou para fazer parte de seu elenco ao lado da atriz María Antonieta de las Nieves ( Chiquinha) e Rubén Aguirre ( Professor Girafales). Juntos, dão início ao programa Los supergenios de la mesa cuadrada, que em 1970 se transformou no Programa Chespirito e durou até 1973. [ carece de fontes ? ]

As pessoas que conviveram com Ramón Valdés afirmam que ele era, além de muito talentoso, uma pessoa divertida e atenciosa. Roberto Gómez chegou a dizer que ele foi o único comediante que já o fez “morrer de rir”. Afirmação semelhante teria feito Edgar Vivar, o Senhor Barriga. Com o público, dizia-se que Ramón Valdés era sempre muito amável e respeitoso. [ carece de fontes ? ] Saída dos programas de Chespirito [ editar | editar código-fonte ]

Apesar da fama electricity transmission efficiency e reconhecimento, em 1979, Valdés se retirou dos programas de Chespirito. Na época, Ramón estava precisando de dinheiro para quitar uma casa e pediu um empréstimo à Chespirito, mas ele não lhe concedeu o empréstimo. Ao mesmo tempo, Ramón recebeu um convite para la gastritis trabalhar em um circo, onde iria ganhar muito dinheiro. Assim, por questões financeiras, Ramón decidiu ir trabalhar no circo e deixar os programas de Chespirito. [7 ] Mas este não teria sido o único motivo da saída. Nos bastidores, comentou-se que Ramón estava insatisfeito com a direção do programa e já não trabalhava com a mesma alegria – o que também o fizera decidir sair. Em uma entrevista, Esteban Valdés, filho do ator, declarou que a saída de seu pai foi porque Florinda Meza, então esposa de Gómez Bolaños — embora ambos tenha formalizado o casamento apenas em 2004 —, queria o controle total sobre electricity vampires o programa. Essa situação teria causado desconforto para Valdés, preferindo receber ordens apenas de Gómez Bolaños, a quem lhe devia sua fama. [8 ] Sua saída seguiu-se a de Carlos Villagrán, que ocorreu um ano antes. Após deixar o elenco, Ramón ficou um tempo se dedicando a projetos pessoais. Trabalhou no Circo Orins, onde fez shows por todo o México e em parte da América do Sul. Também esteve no filme Okey Mister Pancho (1981).

Em 1982, o ator passou a trabalhar com Carlos Villagrán ( Quico) na Venezuela, a convite do próprio Carlos, que havia saído em 1978 por divergências com Roberto Gómez. Ambos fizeram várias viagens para apresentar o show Federrico, onde Ramón interpretava Don Moncho, dono de uma electricity symbols worksheet loja. [ carece de fontes ? ] No entanto, devido à baixa audiência do programa, Ramón só participou da primeira temporada e depois retornou ao México.

Edgar Vivar e Valdés eram praticamente vizinhos, segundo o próprio Edgar, em algumas entrevistas, [ carece de fontes ? ], muitas vezes iam para as gravações juntos. Pouco antes de Ramón Valdés falecer, Edgar Vivar lhe fez uma visita no hospital e Valdés brincando lhe disse: Senhor Barriga j gastroenterol, não poderei mais lhe pagar o aluguel, conta Edgar emocionado ao falar do amigo.

Em 1985, um tumor maligno foi descoberto em seu estômago, com outro tumor já existente em seu pulmão. Mas a família de Ramón, temendo o susto que ele iria ter quando descobrisse, decidiu não contar para ele sobre os tumores e pediu aos médicos que fizessem o mesmo. Assim, Valdés gas line jobs in wv nunca soube que tinha câncer e continuou trabalhando. Em 1988, Ramón foi fazer uma turnê com Carlos Villagrán no Peru, mas enquanto desembarcava do avião, Valdés se sentiu mal e precisou voltar ao México, sendo internado logo em seguida. Valdés era um fumante muito ativo, não largando o vício nem mesmo quando permaneceu internado. Passou a maior parte dos seus últimos dias sedado após mais de dois meses internado no Hospital Santa Lena por conta das fortes dores. No dia 9 de agosto de 1988, morreu aos 64 anos de idade, devido a um câncer de estômago que se espalhou pelo corpo e atingiu a sua coluna vertebral . Encontra-se sepultado em Mausoleos del Ángel, Cidade do México no México. [9 ] Legado [ editar | editar código-fonte ]

Ramón Valdés é considerado por muitos, um dos gas after eating pasta melhores comediantes da América Latina. Ainda hoje, seu personagem na série El Chavo del Ocho é cultuado. É de longe o personagem mais famoso do seriado, conquistando hoje em dia ainda mais carisma do que Chaves, o personagem principal do seriado, principalmente no Brasil. O próprio Chespirito já citou em diversas entrevistas que seu personagem preferido da série e melhor comediante, é Don Ramón, afirmando que Valdés foi o único comediante, até hoje, que já conseguiu fazê-lo chorar de rir.

Em 2010, foi lançado o livro electricity consumption Seu Madruga – Vila e Obra, uma homenagem ao personagem mais adorado pelos fãs. A obra foi escrita por Pablo Kaschner, mesmo autor de Chaves de um Sucesso, e traz curiosidades, entrevistas (com filhos de Ramón Valdés, o dublador de Don Ramon – Carlos Seidl – e até mesmo uma entrevista fictícia com Seu Madruga), ilustrações e fotos inéditas.